Neste sétimo episódio do Podcast Liberdade a Dois partilhamos contigo 7 razões, erros ou sabotadores que nos têm vindo ao longo dos anos a impedir ou limitar de realizar objetivos para que possas também evitá-los e assim poderes mais facilmente atingi-los.

Muitos de nós somos óptimos a fazer objectivos mas depois não somos tão bons atingi-los.

Muitos são os sabotadores que nos impedem de realizar objetivos.

Este episódio foi gravado há pouco mais de dois meses e neste curto espaço de tempo tanta coisa mudou, não foi?

Foi tudo tão rápido que nem parece que há apenas dois meses estavas a fazer os teus desejos para 2020 e a desenhar os objetivos para este ano.

Desta vez é que ia ser, não era?

Mas entretanto tudo mudou e agora provavelmente já nem te lembras dos objectivos que desenhaste para 2020.

Mas se racionalizares talvez chegues à conclusão que 2020 tem a mesma estrutura que nos outros anos relativamente aos teus objetivos.

Parece-te estranha esta linha de raciocínio?

Talvez, mas coisa nós podemos garantir-te, tal como nos outros anos, em 2020 vai haver uma maioria de pessoas que não irá realizar os seus objetivos para o ano, mas também vai haver uma minoria de pessoas que irá realizá-los e também haverá outra minoria que os irá ultrapassá-los.

Não te estamos a falar de uma elite misteriosa que domina o planeta e vai ganhar muito com esta pandemia.

O que te podemos dizer é que nós conhecemos muitas pessoas que já aceitaram que não vão realizar os objetivos a que se propuseram em 2020, mas também conhecemos pessoas que já perceberam que os vão atingir e também conhecemos pessoas que já perceberam que os vão ultrapassar.

Acreditamos que nunca como nos dias de hoje foi tão importante e urgente ouvires este episódio do podcast.

Até porque nunca como nos dias de hoje foi tão importante e urgente para ti fazer parte da minoria de pessoas que vão realizar os objetivos a que se propuseram em 2020.

Tem em mente que nenhum dos teus egrégios avós que foram Heróis dos Mares desta Nação Valente e Imortal se lançaram ao mar para viver na tempestade.

Eles lançavam-se ao mar com o foco e um desejo ardente em chegar ao destino, as tempestades eram algo que tinham de lidar pelo caminho.

Naturalmente que se preparavam, que se adaptavam, que aprendiam com os erros, mas o foco não estava na tempestades que sabiam que iriam encontrar, pois o desejo ardente estava no destino.

Mantém o teu barco forte e maleável e o foco e o desejo ardente no destino.

E quando a vida nos coloca muros?

Há cerca de 12 anos o Rui Gabriel, a quem chamamos carinhosamente o Mestre Yoda do Marketing Digital, disse-nos algo que nos ficou para sempre.

«Quando tu realmente queres uma coisa e vais atrás dela, é natural que te aconteçam uma série de desafios.

É natural que a vida te coloque muros à frente daquilo que tu queres.
Porque a maioria das pessoas não quer realmente aquilo que diz querer e quando a vida lhes coloca um muro elas voltam para trás.»

Por outro lado, ouvimos muitas vezes no mundo do desenvolvimento pessoal expressões como:

«Isto é um sinal do universo que isto não é para mim, ou que o meu caminho não é por aqui».

O que a Programação Neurolinguística nos ensinou foi que as coisas têm o significado que nós lhes atribuímos.

Se esta máxima da Programação Neurolinguística fizer sentido para ti, provavelmente irás perceber que a partir de agora tens o poder de escolher o significado que dás às coisas que te acontecem.

Sabendo agora que sabes que podes escolher o significado que te servir melhor ao próximo desafio que te acontecer, ficamos muito curiosos em saber que significado escolherás tu dar ao próximo desafio que te aparecer pela frente.

Se fizer sentido para ti vai ao nosso Grupo Privado e conta-nos significado escolheste tu dar ao próximo desafio que estás a viver agora.

O que fazer com quem não nos apoia e não acredita na nossa visão?

Neste episódio quisemos deixar uma mensagem para todos aqueles que pensam e querem fazer algo diferente das suas vidas mas têm pouco apoio ou até atrito com as pessoas que lhes são mais próximas.

Essas pessoas podem ser companheiros, pais, colegas de trabalho, sócios, familiares etc.

É interessante ter em mente que se tu pensas diferente dos outros, então é natural que os outros pensem de forma diferente de ti. Faz sentido, certo?

Então se queres que os outros aceitem a tua forma deferente de pensar, talvez o primeiro passo será aceitares que eles pensam de uma forma diferente da tua.

Ao aceitares isso, deste o primeiro, talvez até o mais importante, passo para o debate, a influência e até a mudança que queres ver acontecer.

Repara que sempre que acontece algo, ou nos dizem alguma coisa que possa abalar as nossas crenças, o nosso sistema entra automaticamente em modo de defesa, uma vez que uma crença desconstruída pode abalar toda uma estrutura mental, o que no passado poderia por em causa a nossa capacidade de nos mantermos seguros e por conseguinte vivos.

Afinal de contas um animal instável emocionalmente toma más decisões, é pouco eficaz e distrai-se muito facilmente.

Ora se imaginarmos o ser humano nos primórdios como um animal, desprovido de garras e presas, a viver num mundo rodeado de animais muito mais fortes, rápidos e ‘bem armados’ que nós, andar distraído não seria o melhor passaporte para a sobrevivência.

Pois é, vivemos há tanto tempo no topo da cadeia alimentar que isso fez-nos esquecer que como animais sempre estivemos muito ‘mal armados’, comparados com os animais ao nosso redor e isso colocava-nos numa enorme desvantagem.

Se retirarmos a questão de nos termos tornado animais racionais, sendo que isso só por si não foi garantia do nosso sucesso como espécie.

Acredita-se que a nossa sobrevivência e ascensão deveu-se à adolescência (temos uma adolescência, no mínimo, quatro vezes superior à de qualquer outro animal), à diversidade (tanto física como intelectual), à capacidade de adaptação, à extrema necessidade de aceitação (o que nos permitiu funcionar em grupos) e a capacidade de alerta e foco.

É na questão do foco que as crenças são muito úteis, uma vez que na prática as crenças são certezas de que algo é como é e ponto final e isso dá-nos a estabilidade emocional para estarmos atentos e fazer o que é preciso ser feito, que no passado seria sobreviver.

Então, assim que o nosso inconsciente percebe que algo possa vir a abalar alguma crença, este dispara automaticamente uma série de ferramentas com o objectivo de protegê-la custe o que custar.

Apesar deste mecanismo ser extremamente a manter a crença, mantendo assim a estabilidade emocional, aumentando as probabilidade de sobrevivência no passado, muitas dessas ferramentas são pouco ou nada ecológicas para o outro, bem como para o próprio indivíduo. A ridicularizarão, o ataque, a desvalorização, a auto-sabotagem, etc. são bons exemplos disso.

Então se tu não queres ter a vida que tens (seja dinheiro, tempo, relacionamento, etc) e estás disposto a fazer coisas que outros não estão dispostos a fazê-las porque escolheram (ou foi-lhes incutida essa crença) acreditar que a vida é assim e ponto final, a possibilidade de teres sucesso tende a abalar as crenças das outras pessoas e quando isso acontece o inconsciente delas tende a disparar alguma das ferramentas atrás indicadas.

Agora que tens a informação de como é que funciona este processo mental, podes em primeiro lugar, aceitar e ter mais compaixão por quem não te dá o apoio que tu achas que merecias ter.

Em segundo lugar, tens agora mais capacidade para gerir muito melhor as interacções que tens com essas pessoas.

E em terceiro lugar?

Há sempre um terceiro lugar, não há?

Bem, em terceiro lugar podes seguir o rumo que queres para a tua vida mais tranquilo deixando um rasto de amabilidade e compreensão por onde passas.

Afinal de contas todas as pessoas tem o direito de proteger as suas crenças, assim como tu tens o direito de avançar rumo aos teus objectivos e sonhos de uma forma ecológica.

O que fazer para ter uma autoestima mais saudável?

Vê-se, ouve-se e lê-se muito por aí sobre uma série de estratégias para aumentar a autoestima.

Parece-nos existir ainda muita confusão entre autoconfiança e autoestima e então o António pegou no exemplo do facto de muitas pessoas defenderem que a pratica de actividade física melhora a auto-estima.

Mais de 30 anos ligado ao desporto levam-no a não concordar com isso.

A prática de actividade física tende a melhorar a auto-confiança, mas a fazer pouco pela auto-estima.

No que toca a auto-estima o processo até tende a funcionar ao contrário, pois quanto mais saudável é a auto-estima de uma pessoa, mais tendência ela tem para praticar desporto.

O processo mental tende a funcionar mais desta forma:

Quanto mais eu gosto de mim só porque sim, sem condições, mais importante é para mim praticar actividade física, assim como beber água, cuidar seriamente da minha nutrição, do descanso, etc.

Afinal de contas, se eu gosto de mim, só porque sim, sem qualquer tipo de condições, então eu tendo a fazer de tudo para cuidar dessa pessoa que gosto tanto. Que neste caso sou eu.

Nós estamos sempre a fazer isso pelos nossos filhos, pelos nossos, pais, pela nossa cara metade, etc.

“Não comas isto que faz-te mal” , “Devias deixar de fumar” , “Come isto que é mais saudável” , “Devias praticar desporto”, etc.

Porque é que tendemos a dar este tipo de conselhos a algumas pessoas?
Provavelmente porque gostamos muito delas.

Aquilo que tu te dizes a ti e principalmente aquilo que fazes por ti e para ti tende a ser um bom barómetro da estima que sentes por ti.

A tal de auto-estima que tanto se fala hoje em dia.

Será que só tem bons resultados quem merece tê-los?

A maioria das pessoas acredita que só tem bons resultados quem merece ter bons resultados.

O interessante que se analisarmos isto à luz da Alta Performance esta crença tende a não gerar bons resultados.

Tal como o processo mental explicado anteriormente, ele tende a funcionar ao contrário, uma vez que está também directamente ligado à autoestima, ou seja, quando a pessoa acredita que merece ter os resultados que pretende atingir simplesmente só porque sim (sem qualquer condicionante ou julgamento) ela tende a fazer o que tem de fazer para atingir esses resultados.

Por outro lado, quando a pessoa tem uma auto-estima pouco saudável e, consciente ou inconscientemente, não acredita que merece ter esses resultados porque não acha que tem dentro de si os recursos necessários para atingir esses mesmo resultados, tende a entrar em autosabotagem.

Essa auto sabotagem costuma manifestar-se ao nível do inconsciente e assim a pessoa tende a contar a si própria historias que justifiquem não poder fazer aquilo que tem de fazer para atingir esses resultados que quer ter uma vez que não acredita ter esses mesmos resultados e como tal o inconsciente protege a sua crença devido às razões explicadas acima.

Esta foi apenas uma ínfima parte dos cerca de noventa minutos de conteúdo que te entregamos com muito carinho, portanto se ainda não o fizeste, clica agora no botão do play que está por debaixo da imagem deste artigo, logo no início de mesmo e aproveita ao máximo este episódio.

Em cada episódio, vamos trazer-te as melhores dicas, estratégias e recursos, para que possas tomar decisões mais inspiradas para a tua vida e começar ou continuar a criar a tua própria liberdade.

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Sónia & António

Musica de Genérico – Elevation de Joseph McDade  

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